Afinal, o que são índices?
Como surgiram e porque os índices são parte fundamental do mercado de investimentos.
Indexar é a ciência de organizar, classificar e agrupar. A indexação é uma das bases da evolução do conhecimento humano e acompanhou a história das ciências desde a Antiguidade.
Uma das primeiras formas de indexação foi a organização e sistematização do conhecimento por Aristóteles em cerca de 320 A.C. O nome que nos é familiar tornou-se reconhecido como um dos mais influentes filósofos da humanidade ao compilar em categorias quase todo conhecimento da época. Curiosamente, para criação de nossos índices na Teva, utilizamos de certa forma algumas das categorias descritas por ele como: quantidade, qualidade, geografia, tempo e ações.
Hoje, a indexação está presente em nossas vidas de forma integral. Nas publicações, o índice de um livro é a seção onde encontramos os capítulos e em qual página se encontram. Alguns livros trazem ao fim o índice remissivo onde mostram, de forma rápida, em qual página encontrar referências a assuntos específicos.
Outro exemplo presente no cotidiano e que passa muitas vezes despercebido é o Google que indexa quase todo conteúdo da internet. Por meio de suas ferramentas, metodologias e critérios a ferramenta de busca consegue categorizar e hierarquizar a informação de forma que torna possível a localização rápida de qualquer conteúdo público da rede.
Os índices permitem identificar com precisão e rapidez onde está aquilo que queremos encontrar e servem para a criação de parâmetros para comparação e análise.
Assim como nas demais áreas do conhecimento, os índices revolucionaram o mercado financeiro. Ao organizar de forma sistemática os ativos financeiros, eles possibilitaram uma revolução: o acesso direto entre os investidores e os investimentos.
Mercado financeiro na prática: para que servem os índices?
Um exemplo: hoje há centenas de fundos de investimento imobiliário (FIIs) disponíveis para investimento, que complicam um pouco a escolha do investidor. Nossos índices de tijolo e papel quebram a classe em duas principais categorias que têm fundamentos e comportamentos bastante distintos. Enquanto um seleciona os FIIs que investem em imóveis reais, o outro reúne os fundos de papel (majoritariamente recebíveis). Ao invés de o investidor precisar analisar centenas de opções, a indexação permite exposição direta, rápida e diversificada por meio de duas categorias de investimento que têm comportamentos distintos.
A possibilidade de investir em teses, carteiras, setores e grupos de ativos de forma rápida e barata que antes era disponível apenas a gestores especializados, hoje pode ser feita por qualquer pessoa com acesso à bolsa.
Como? Muito simples: os índices dão origem aos ETFs, fundos que seguem os índices (também chamados de fundos indexados). Os ETFs são os instrumentos que viabilizam da forma mais eficiente o acesso às carteiras indexadas.
Teva Indices
A Teva é uma empresa pioneira em prover índices para ETFs no Brasil e tem papel fundamental na democratização do mercado financeiro do país por meio da indexação. Nossos índices cobrem quase todas as classes de ativos: de títulos do governo a ações, BDRs e debêntures, e mostram aos investidores como performam os ativos com precisão e dão origem a produtos democráticos e acessíveis.
Conheça mais sobre nossos índices em: Índices Inteligentes - Teva Indices
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